27 de jan. de 2011

Roteiro Turístico

Quando ficamos um determinado período longe da nossa amada, idolatrada e tão desejada cidade natal percebemos que existe um mundo inteiro muito maior do que aquele no qual sempre estivemos acostumados.
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Meus caros amigos, solicito desculpas antecipadas por meu desaparecimento parcial nesse recinto online. As vivencias vão acontecendo e por um momento rápido a vida nos faz pensar que deixamos de ser ilustres cafajestes, e nos faz acreditar que somos apenas cafajestes comuns. Não meus amigos, não pensem nunca que não deixaram de ser cafajeste, nem por um dia que for...!!! Agora retorno ao meu posto de uma Cafajeste que tem um manual a seguir.
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Viagens, ahhhh viagens!!! Muito ouvi dizer que quando saímos de casa valorizamos mais nossa rotina, nossa cama e blá blá blá... Concordo, concordo muito, porém valorizamos mais ainda o tanto de opções que temos por ai a fora, o tanto de coisas que ainda não vivemos e que nunca poderíamos aceitar morrer sem viver.
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Por favor, me digam que estou louca, mas quem nunca chegou a uma cidade qualquer e ao visualizar a primeira atração turística desse território exclamou com toda a certeza do mundo: Eu ficaria aqui para sempre, porém na semana seguinte levantou pegou seu carro, suas malas e seguiu em direção à próxima cidade perfeita. E tenho certeza, que por muitas vezes, pegou fotos para se lembrar daquele lindo lugar que tanto amou estar, mas para ter a certeza absoluta que lá nunca mais iria pisar?
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Queridos, dizem que sou fria e direta ao extremo, posso vir a concordar, porém acredito ser realista. Eu por exemplo, amo calor, gente de cor, cerveja e a mulher amada. Porém, nunca disse que não gosto de uma neve branquinha que trinca a pele, aquela que no primeiro minuto já conseguiu me fazer tremer inteira, aquele gelo que te faz pensar em como você teria coragem para levantar e sair de casa. As pessoas não entendem isso, e eu faço questão sempre de explicar.
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Aposto meus queridos, que todos já tiveram momentos em que ‘se pegaram’ falando que tal cidade é a cidade mais perfeita, a mais encantadora, a mais mais mais mais... e que se contentam em dizer que nunca estiveram por lá, mas que seu sonho seria um dia estar. (Não se espantem, isso acontece nas melhores famílias). Claro, os platônicos são os mais gostosos lugares a se pisar, você nessa condição nunca perceberá que o esgoto é a céu aberto, nem que a cidade não tem tantos atrativos quanto as revistas de turismo apresentavam ter, que nem era tão bela, que é mais cara do que deveria ser e que principalmente te cansaria em apenas alguns dias. É amigos, continuem comprando revistas e sonhando, mas sempre deixem um desses lugares como o lugar que você nunca ousará na vida pisar. É apenas um conselho de alguém que ousou perder mitos e por muitos lugares resolveu passar. Ah, e como eu teria preferido continuar dormindo com as revistas nas mãos.
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Outro momento em que paro para pensar é quando aquele seu grande amigo chega pra te contar sobre a última viagem que acabou de fazer, conta tantos detalhes maravilhosos, e com isso tantas expectativas nos geram mentalmente. Explicitamos nossa incrível vontade de conhecer esse fantástico lugar que levou para passear os olhos de alguém tão querido por nós. Na estrada o assunto é o mesmo (nunca ousaríamos mudar), as descrições são inexplicáveis, afinal das contas, como explicar algo assim? E a empolgação é sempre a melhor parte. Porém no caminho mesmo, percebemos que a estrada esta sempre cheia e que nem sempre o acesso para nosso amigo chegar é facilmente permitido. Percebemos em seguida, que tem muita gente realmente querendo furar pelo acostamento e chegar primeiro, o que gera no nosso amigo uma vontade louca de pagar mais caro e fazer uma reserva para ter onde ficar quando por lá estiver. (Nessa hora você pensa, meu amigo vai pagar tão caro por isso, mas tudo bem, eu divido o preço!) E claro! Quando chegamos, percebemos que bela mesmo era só a história que nosso amigo nos contava, a cidade é igual a qualquer pequena cidade de interior, nada além disso, porém temos que informar ao nosso amigo que existe um charme, mas que cidade pequena quando muito cheia nos lembra carnaval, e carnaval pra se amar é bem complicado! E que a pracinha central e a matriz sempre estarão lá, mas que também estarão em qualquer outro lugar.
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Falando em cidades pequenas, quem nunca se encantou por aquela cidade de uma única rua principal que ao jogar o nome no Google, ele te pergunta se você escreveu certo. Ah, aquelas cidades são maravilhosas, simples, encantadoras e ahhhh, cansativas. Pois uma hora você deseja sair do “Show de Truman” e atravessar a tela, e no final da rua só existe uma plaquinha indicando o retorno.
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Agora vou falar daquelas grandes cidades! Ah, como alguém pode não se apaixonar por algo que você andará, andará, andará e nunca chegará a ter conhecido todos os pontos atrativos desse lugar? Confesso que essas são as cidades que sempre me dão vontade de voltar, aquelas que quando tenho que partir já deixo uma mala no carro preparada para quando puder novamente lá estar.
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Acredito também na teoria de quanto mais fome você tem, mais saborosa será a comida. Hummmmm... Tudo bem, se a estrada é longa e cheia de curvas, provavelmente você amará chegar ao destino final. Porém continuo com a teoria de que sempre tem um lugar mais longe que poderemos ir e as curvas podem vir a ser mais gostosas de serem feitas.
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Não queridos, não estou desacreditando que exista uma cidade que te fará feliz para sempre, acredito sim. Porém acredito que sempre terão cidades encantadoras que te farão refletir se não teria valido a pena passar por lá por um dia que fosse. E respondo sem medo de errar, que sim teria valido a pena sim!
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Eu amo viajar, amo conhecer cidades perfeitas, amo cidades pequenas, amo cidades grandes, mas antes de qualquer coisa amo estar cada dia numa diferente. Nada que possa me ter presa me faz feliz. Por exemplo, gosto de chegar sabendo quando vou sair, ou seja, com horário de embarque e desembarque. Se for para ficar para sempre, que eu volte então para a cidade de onde nasci e por lá me perdi tantas vezes na pureza dos meus sentimentos leves e singelos, aqueles que te fazem rir somente de pensar em lembrar. Voltamos então ao inicio do post.
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Desculpem-me por baldes de realidade, porém nunca existirá o caminho perfeito, mas seus amigos sempre lhe apresentarão guias e roteiros pré-traçados que te ajudarão a não cair em qualquer buraco por ai a fora. Confie neles! ;)

8 de dez. de 2010

Blá blá blá

Cafajestes adoram bundas, seios, coxas, olhos, braços, pele, costas nuas e pés delicados! É fato! E qualquer papo tem duplo sentido, sexto sentido... mesmo inconsciente! Pra cafajestes, isso é natural, expontâneo, autêntico! Não venham me censurar pelo machismo ou pelo descaramento de dizer isso logo nas primeiras linhas. Ou façam isso, me critiquem! MAS primeiro me apresentem alguém que tenha fetiche com joanete, cotovelo ressecado, cabelo ensebado, cicatrizes e pêlos no nariz! (PAUSA) Como não tive retaliações até agora, sigo o texto.
Atingi certo grau de emburrecimento emocional que também me exige verificar pontos como: personalidade forte, bom humor e objetivo de vida! Digo emburecimento porque é um atraso de vida para qualquer cafajeste! Olhar, chegar, dizer a frase certa e levar é o passo-a-passo clássico e certeiro! Afinal, toda mulher quer se apaixonar - mesmo que por uma noite! Daí a gente se ferra! Se ferra de novo! De novo! E acredita que têm que se diferenciar dos outros produtos de 1,99 a solta pelas vitrines da noite. Daí você conhece alguém agradável e vai conversar. Renega todo o repertório cafa que sempre lhe rendeu bons frutos! Fica a noite toda num check list atratividade - personalidade - humor. E daí é tarde, a carona chega e leva sua eleita embora. "Mas vai embora sem me dar um beijo?" Ela ri. Aparece aquele rubor nas bochechas. Sim, ela queria ser sua... se você não tivesse esperado A NOITE TODA para tê-la pra você.
Meu conselho: para ser marcante, o impacto da sinceridade é indispensável! Diga SEMPRE o que se quer dizer! Educadamente, firme e olhos nos olhos! Diga nem que seja com gesto simples! Aliás, esses são os melhores! Use eufemismos! Use a sua própria vontade de se apaixonar - mesmo que por uma noite!

24 de set. de 2010

Dúvida.

Uma pergunta aos visitantes desse blog:

Desvio de carater: Má educação ou genético?


Deixem a opnião de vocês.

11 de mar. de 2010

Amiga é amiga, fdp é fdp !

O assunto "Cafajeste x Mal Caretismo" , já foi falado aqui pela Sdref, mas quero insistir no assunto, explicando uma situação ocorrida 'próxima' a mim.

Sua amiga terminou o namoro e não conversa mais com a "ex". Você acompanhou o namoro das mesmas, soube de todas brigas, todas coisas boas, tudo (ou pelo menos o diferente) do que elas fizeram na cama e por aí vai. Você convive com essa sua amiga, perde um pouco do contato com a ex dela (até pq vc só a conheceu pq ela namorava sua amiga), mas, de repente, o mundo dá uma voltinha (rápida!) e você fica afim da ex da sua amiga. O que fazer?
Bom, na minha opnião, NÃO FAÇA NADA, pelo menos não por tesão ou vontade. Caramba, aprendi com a "Mesmo" (que tbm escreve nesse blog), que em GAVETA DE AMIGO NÃO SE MEXE.
Poderia sim,TALVEZ, abrir algumas excessões em alguns casos, por exemplo:
1) Faz anos que elas terminaram, minha amiga já tá com outra.
2) Estou apaixonada, faz alguns meses que estamos conversando e não sei o que fazer.
3) Minha amiga nunca gostou dela, namorou por namorar e já faz tempo que elas terminaram.
4) Conversei com minha amiga, faz tempo que elas terminaram, ela disse que não tem nada a ver mais e que posso ficar com a ex.

Repare bem, em todas as excessões, a expressão 'faz tempo' se faz presente. Logo, isso não pode acontecer com menos de 1 ano pelo menos.
E entenda, meu bem, se nenhuma dessas QUASE hipóteses não couber na sua história, DESISTA!
Caso contrário, você será considerada uma grande filha da p**. Sua amiga (ou ex-amiga) irá acreditar que você foi a fim da menina o tempo todo e as coisas podem ficar muito desagradáveis pra você.

E mesmo que, depois de tudo isso, você ainda continue frequentando o mesmo grupo de amigos da sua "ex-amiga", tenha pelo menos a cara de pau de não comentar sobre as mensagens românticas que vocês tem trocado, muito menos sobre o dia que se viram e não faça insinuações de que está muito feliz, obrigado.

É o mínimo de respeito que se espera... Ou eu que sou a louca?

PS: Só pra explicar, essa história não aconteceu comigo.

E o banco de reservas?

Pois é, aquela técnica tem um time inteiro na reserva. E melhor, ainda mantém todo esse time em constante treinamento, com direito a conversas especiais,treinos exclusivos,incentivos e etc. Assim ela tenta (e espera) que em momento nenhum, uma jogadora pense que pode se dar melhor com outro 'técnico', em outro 'time', jogando na posição 'titular'.
Ela sabe comandar a equipe. Acredita que todos os membros, tanto do time titular, quanto da reserva, irão sempre estar ali pra dar um belo espetáculo, fazendo com que ela sempre saia vencendo.
Mas, basta que um dos membros do banco peça uma chance pra jogar, pra que ela logo diga que ainda não é a hora, que muita coisa precisa rolar e que, se precisar, ela irá coloca-la no jogo, mesmo que seja aos 44 do segundo tempo, porque ela é sua primeira opção.
De repente, a verdade grita. A maior parte do banco pode até continuar aguardando, mas uma jogadora percebe que está perdendo a chance de entrar num time titular, que o tempo tá passando e as coisas não mudam, que o técnico faz promessas e fala de coisas como esperança, mas que nada acontece.
Essa jogadora então, resolve largar esse time, mas sem dizer nada, simplesmente começa a diminuir sua presença nos jogos, treinos, etc.
Nos dias seguintes, ao decorrer do tempo, essa jogadora entra em processo de seleção com outro técnico, que tem muito mais 'visão' pra ela que o técnico anterior, sendo assim, ela começa a se enxer de esperança.
Então, um certo dia, a técnica fdp senta na mesma mesa aonde a ex-jogadora de seu time está, e descobre, naquele momento, que sua jogadora, aquela que ela colocava como a 'prioridade reserva' não tá mais no seu time. Ela resolveu seguir a carreira, buscar outro caminho, com uma técnica um pouco menos conhecida no mercado, mas que tem grandes conhecimentos e tem chance de fazer sucesso.
A técnica, aquela que não deu valor a jogadora, acaba ficando com raiva, sente-se traída, apesar de tentar não demonstrar. E diz, pra todo mundo ouvir, que a técnica com quem sua ex-jogadora vai tentar 'treinar', nao é boa o bastante.

Mas, será que ela tem a noção de que a jogadora não se importa mais com o time passado, que o que vier daqui pra frente, será melhor que ficar no banco em todos os jogos? E que, mesmo que nesse novo 'time' não dê certo, aquela jogadora sabe que tem o potencial o bastante pra continuar jogando e que, quando for titular, vai ser batalhando e não 'esperando'?

Pois é, acontece...