5 de nov. de 2011

Ser amante ou oficial?
Penso que ser amante! Porque?
Primeiramente, acho que o amante tem sua grande vantagem: Não ser enganado.
O amante sabe de tudo. Aonde ela está, o que está fazendo e com quem. Que horas provavelmente volta, que dia vai encontrar, se pode ligar, se pode mandar mensagem e etc. Acho que a principal vantagem do amante se concentra nisso: Você não é o enganado da história.
Além disso, a parte sexual é sua. Ela pode até transar com a oficial, mas, já sabe que vem pra te encontrar com esse interesse. E é bom, porque a vontade existe e você nunca tem a dúvida do acontecer ou não. Alem disso, normalmente ela precisa ir embora no dia seguinte cedo ou até no mesmo dia, porque tem outro compromisso.
Se o telefone toca você não tem dúvida de quem é. Você sabe!
Ela te chama pra programas gostosos e nunca reclama da vida. O clima é leve, porque você simplesmente não se preocupa.
Na hora de despedir pode ser ruim, principalmente se você está carente, mas pelo menos você não precisa aturar todas os defeitos da pessoa. Isso fica pra oficial!

Claro que nem tudo são rosas.
Se você precisa, a pessoa pode não poder estar ao seu lado. Você não pode contar com ela! Pode ser que um dia ela marque, mas não possa comparecer.
Naquela sexta feira que você queria ficar em casa vendo um filme? Ela marcou de sair com a oficial. E aí?
E o dia que você ta passando mal? Ela pode vir te ver e cuidar de você?


Minhas conclusões são que, se você tem sangue frio e tem certeza de que não quer a pessoa na sua vida como oficial, mas tem tesão, carinho? Seja amante!

Mas se você é sensível, se apaixona, quer alguém ao seu lado numa relação de verdade, corra!!! E no final reze pra não ser a enganada!

28 de out. de 2011

Tipos de Lésbicas


Baby Dyke - a lésbica adolescente ou de vinte e poucos anos,ou seja lançamento.
Bike Dyke - a lésbica que adora motos e vive em cima de uma.
Bottom - a lésbica que espera a iniciativa da outra. É o par ideal e complementar da top. Também conhecida como passiva.
Butch - a lésbica com forte energia masculina.
Butchy Femme - a femme, mas nem tanto.
Cyber Dyke - aquelas viciadas em computadores, electrónica e internet.
Drag King - a equivalente feminina de Drag Queen.
Dyke Punk - a lésbica que curte um estilo de vida punk.
Lady - a lésbica que se identifica mais com o feminino.
Femmy Butch - é butch, mas nem tanto.
Girljock - a lésbica louca por esportes.
Leather Dyke: as lésbicas do cabedal,são as ricas.
Lesbian Chic / Lipstick Lesbian: lésbica que adora produzir-se e realçar o seu lado feminino; gosta de lugares, roupas e acessórios caros e de marca.
Nancy Girl: a miúda que só anda com lésbicas, mas aparentemente ainda não se definiu,ou seja BI
Riot Girl: a lésbica feminista e ativista.
Soft Butcha mais difícil de descrever, tipo Ellen DeGeneres e Adriana Calcanhotto.
Stone Butch: a butch bem masculina e que não gosta de ser tocada na cama.
Stone Femme: a femme que não gosta de ser tocada na cama.
Top: a lésbica que toma a iniciativa, geralmente é a que “toca, chupa e manipula o dildo”. É a ativa.


4 de jul. de 2011

Que inferno! Pronto, surtei!

Pode ser bem clara, descarada e cafajeste? Pode, né? Então vamos lá! Andei um tempo quieta, insatisfeita, reclamona - e a culpa é toda minha! Me esqueci do lema do nosso Manual. Sim: o que ganha o jogo é um bom banco de reservas! É necessário testar novos jogadores, novas táticas e novas posições (no sistema defensivo e no ataque)! O que muda pouco é o meio de campo. No meio de campo são aqueles dois toquinhos pra lá, olé pra cá, uma corridinha e uma travada na bola. Daí levanta-se a cabeça, verifica-se a posição dos demais jogadores e faz-se um lançamento em profundidade. Ficar tocando a bola no meio de campo não é interessante para o objetivo do jogo: não há gol! Fato! E eu tava lá nos dois toquinhos, uma recuada, um avanço tímido. Não adianta querer fazer gol sem uma estratégia ofensiva, sem risco de tomar um contra-ataque fulminante e ser desclassificado do campeonato. Ah enfim, cansei de metáforas! É o seguinte: mulher não valoriza ensebação! Mulher gosta de ser tratada como mulher! Como alguém que desperta interesse e, principalmente, tesão. Mulher gosta de ser desejada! Ela gosta de imaginar de que maneiras você já sonhou com ela, com que roupas ou sem elas. Mulher vê uma cena de sexo na TV e se imagina nela... ou tem vergonha ("será que eu teria coragem?"). Depois dizemos que homem só pensa em sexo; mulheres também. Não que só pensem nisso, mas sexo é SIM uma parte importante da vida. E daí temos as abstêmicas - por opção ou situação - e as promíscuas - por opção ou situação também. Eu, sinceramente, prefiro quem tem coragem de arcar com seus desejos! Hoje tou no ataque ou na defesa! Hoje tou no meio de campo! Mas pensa bem, porque time que não vence há várias rodadas seguidas tem dois destinos certos: queda do técnico e rebaixamento. Então não venham dizer que não é preciso marcar gols. É urgente! Ninguém bate palma pra empate! Ninguém assiste um filme romântico torcendo pro casal ficar separado, ou para aparecer uma terceira pessoa e f*der tudo. Ninguém! Então: 1- não façam isso com a vida de vocês, 2- não fazer isso com a minha vida, 3- nunca dar tratamento vip para jogador de outro time, 4- dar tratamento vip a jogador de outro time que você comprou o passe, 5- uma massagem pode ajudar nos dias de concentração, 6- não desistir até o apito final, 7- ter sempre uma jogada surpresa, 8- não apostar as fichas num único artilheiro, 9- saber a hora de aquecer o banco de reservas e utilizar as substituições, 10- ser feliz e vibrar nas vitórias!

12 de abr. de 2011

Projeto #eusougay

Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, foi encontrada morta na pequena cidade de Tarumã, Goiás, no último dia 6. O fazendeiro Cláudio Roberto de Assis, 36 anos, e seus dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos, estão detidos e são acusados do assassinato. Segundo o delegado, o crime é de homofobia. Adriele era namorada da filha do fazendeiro que nunca admitiu o relacionamento das duas. E ainda que essa suspeita não se prove verdade, é preciso dizer algo.

Eu conhecia Adriele Camacho de Almeida. E você conhecia também. Porque Adriele somos nós. Assim, com sua morte, morremos um pouco. A menina que aos 16 anos foi, segundo testemunhas, ameaçada de morte e assassinada por namorar uma outra menina, é aquela carta de amor que você teve vergonha de entregar, é o sorriso discreto que veio depois daquele olhar cruzado, é o telefonema que não queríamos desligar. É cada vez mais difícil acreditar, mas tudo indica que Adriele foi vítima de um crime de ódio porque, vulnerável como todos nós, estava amando.
Sem conseguir entender mais nada depois de uma semana de “Bolsonaros”, me perguntei o que era possível ser feito. O que, se Adriele e tantos outros já morreram? Sim, porque estamos falando de um país que acaba de registrar um aumento de mais de 30% em assassinatos de homossexuais, entre gays, lésbicas e travestis.
E me ocorreu que, nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual.
Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva.
Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim?
Quero então compartilhar essa ideia com todos.
Sejamos gays.
Independente de idade, sexo, cor, religião e, sobretudo, independente de orientação sexual, é hora de passar a seguinte mensagem pra fora da janela: #EUSOUGAY
Para que sejamos vistos e ouvidos é simples:
1) Basta que cada um de vocês, sozinhos ou acompanhados da família, namorado, namorada, marido, mulher, amigo, amiga, presidente, presidenta, tirem uma foto com um cartaz, folha, post-it, o que for mais conveniente, com a seguinte mensagem estampada: #EUSOUGAY
2) Enviar essa foto para o mail projetoeusougay@gmail.com
3) E só :-)
Todas essas imagens serão usadas em uma vídeo-montagem será divulgada pelo You Tube e, se tudo der certo, por festivais, fóruns, palestras, mesas-redondas e no monitor de várias pessoas que tomam a todos nós que amamos por seres invisíveis.
A edição desse vídeo será feita pelo Daniel Ribeiro, diretor de curtas que, além de lindos de morrer, são super premiados: Café com Leite e Eu Não Quero Voltar Sozinho.
Quanto à minha pessoa, me chamo Carol Almeida, sou jornalista e espero por um mundo melhor, sempre.
As fotos podem ser enviadas até o dia 1º de maio.
Como diria uma canção de ninar da banda Belle & Sebastian: ”Faça algo bonito enquanto você pode. Não adormeça.” Não vamos adormecer. Vamos acordar. Acordar Adriele.
— Convido a todos os blogueiros de plantão a dar um Ctrl C + Ctrl V neste texto e saírem replicando essa iniciativa —

27 de jan. de 2011

Roteiro Turístico

Quando ficamos um determinado período longe da nossa amada, idolatrada e tão desejada cidade natal percebemos que existe um mundo inteiro muito maior do que aquele no qual sempre estivemos acostumados.
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Meus caros amigos, solicito desculpas antecipadas por meu desaparecimento parcial nesse recinto online. As vivencias vão acontecendo e por um momento rápido a vida nos faz pensar que deixamos de ser ilustres cafajestes, e nos faz acreditar que somos apenas cafajestes comuns. Não meus amigos, não pensem nunca que não deixaram de ser cafajeste, nem por um dia que for...!!! Agora retorno ao meu posto de uma Cafajeste que tem um manual a seguir.
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Viagens, ahhhh viagens!!! Muito ouvi dizer que quando saímos de casa valorizamos mais nossa rotina, nossa cama e blá blá blá... Concordo, concordo muito, porém valorizamos mais ainda o tanto de opções que temos por ai a fora, o tanto de coisas que ainda não vivemos e que nunca poderíamos aceitar morrer sem viver.
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Por favor, me digam que estou louca, mas quem nunca chegou a uma cidade qualquer e ao visualizar a primeira atração turística desse território exclamou com toda a certeza do mundo: Eu ficaria aqui para sempre, porém na semana seguinte levantou pegou seu carro, suas malas e seguiu em direção à próxima cidade perfeita. E tenho certeza, que por muitas vezes, pegou fotos para se lembrar daquele lindo lugar que tanto amou estar, mas para ter a certeza absoluta que lá nunca mais iria pisar?
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Queridos, dizem que sou fria e direta ao extremo, posso vir a concordar, porém acredito ser realista. Eu por exemplo, amo calor, gente de cor, cerveja e a mulher amada. Porém, nunca disse que não gosto de uma neve branquinha que trinca a pele, aquela que no primeiro minuto já conseguiu me fazer tremer inteira, aquele gelo que te faz pensar em como você teria coragem para levantar e sair de casa. As pessoas não entendem isso, e eu faço questão sempre de explicar.
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Aposto meus queridos, que todos já tiveram momentos em que ‘se pegaram’ falando que tal cidade é a cidade mais perfeita, a mais encantadora, a mais mais mais mais... e que se contentam em dizer que nunca estiveram por lá, mas que seu sonho seria um dia estar. (Não se espantem, isso acontece nas melhores famílias). Claro, os platônicos são os mais gostosos lugares a se pisar, você nessa condição nunca perceberá que o esgoto é a céu aberto, nem que a cidade não tem tantos atrativos quanto as revistas de turismo apresentavam ter, que nem era tão bela, que é mais cara do que deveria ser e que principalmente te cansaria em apenas alguns dias. É amigos, continuem comprando revistas e sonhando, mas sempre deixem um desses lugares como o lugar que você nunca ousará na vida pisar. É apenas um conselho de alguém que ousou perder mitos e por muitos lugares resolveu passar. Ah, e como eu teria preferido continuar dormindo com as revistas nas mãos.
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Outro momento em que paro para pensar é quando aquele seu grande amigo chega pra te contar sobre a última viagem que acabou de fazer, conta tantos detalhes maravilhosos, e com isso tantas expectativas nos geram mentalmente. Explicitamos nossa incrível vontade de conhecer esse fantástico lugar que levou para passear os olhos de alguém tão querido por nós. Na estrada o assunto é o mesmo (nunca ousaríamos mudar), as descrições são inexplicáveis, afinal das contas, como explicar algo assim? E a empolgação é sempre a melhor parte. Porém no caminho mesmo, percebemos que a estrada esta sempre cheia e que nem sempre o acesso para nosso amigo chegar é facilmente permitido. Percebemos em seguida, que tem muita gente realmente querendo furar pelo acostamento e chegar primeiro, o que gera no nosso amigo uma vontade louca de pagar mais caro e fazer uma reserva para ter onde ficar quando por lá estiver. (Nessa hora você pensa, meu amigo vai pagar tão caro por isso, mas tudo bem, eu divido o preço!) E claro! Quando chegamos, percebemos que bela mesmo era só a história que nosso amigo nos contava, a cidade é igual a qualquer pequena cidade de interior, nada além disso, porém temos que informar ao nosso amigo que existe um charme, mas que cidade pequena quando muito cheia nos lembra carnaval, e carnaval pra se amar é bem complicado! E que a pracinha central e a matriz sempre estarão lá, mas que também estarão em qualquer outro lugar.
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Falando em cidades pequenas, quem nunca se encantou por aquela cidade de uma única rua principal que ao jogar o nome no Google, ele te pergunta se você escreveu certo. Ah, aquelas cidades são maravilhosas, simples, encantadoras e ahhhh, cansativas. Pois uma hora você deseja sair do “Show de Truman” e atravessar a tela, e no final da rua só existe uma plaquinha indicando o retorno.
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Agora vou falar daquelas grandes cidades! Ah, como alguém pode não se apaixonar por algo que você andará, andará, andará e nunca chegará a ter conhecido todos os pontos atrativos desse lugar? Confesso que essas são as cidades que sempre me dão vontade de voltar, aquelas que quando tenho que partir já deixo uma mala no carro preparada para quando puder novamente lá estar.
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Acredito também na teoria de quanto mais fome você tem, mais saborosa será a comida. Hummmmm... Tudo bem, se a estrada é longa e cheia de curvas, provavelmente você amará chegar ao destino final. Porém continuo com a teoria de que sempre tem um lugar mais longe que poderemos ir e as curvas podem vir a ser mais gostosas de serem feitas.
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Não queridos, não estou desacreditando que exista uma cidade que te fará feliz para sempre, acredito sim. Porém acredito que sempre terão cidades encantadoras que te farão refletir se não teria valido a pena passar por lá por um dia que fosse. E respondo sem medo de errar, que sim teria valido a pena sim!
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Eu amo viajar, amo conhecer cidades perfeitas, amo cidades pequenas, amo cidades grandes, mas antes de qualquer coisa amo estar cada dia numa diferente. Nada que possa me ter presa me faz feliz. Por exemplo, gosto de chegar sabendo quando vou sair, ou seja, com horário de embarque e desembarque. Se for para ficar para sempre, que eu volte então para a cidade de onde nasci e por lá me perdi tantas vezes na pureza dos meus sentimentos leves e singelos, aqueles que te fazem rir somente de pensar em lembrar. Voltamos então ao inicio do post.
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Desculpem-me por baldes de realidade, porém nunca existirá o caminho perfeito, mas seus amigos sempre lhe apresentarão guias e roteiros pré-traçados que te ajudarão a não cair em qualquer buraco por ai a fora. Confie neles! ;)